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Alexandre Manuel Vahia de Castro O'Neill de Bulhões (19 de dezembro de 1924 - 21 de agosto de 1986) |
1. “Há palavras que nos beijam como se tivessem boca!”
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2. “Nesta curva tão terna e lancinante que vai ser que já é o teu desaparecimento digo-te adeus e como um adolescente tropeço de ternura por ti!”
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3. “Amigo é uma grande tarefa, um trabalho sem fim, um espaço útil, um tempo fértil, amigo vai ser... É já uma grande festa!”
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4. “O teu olhar derradeiro, esse olhar que era só teu, amor que foste o primeiro!”
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5. “O teu nome meu amor nasce de todas as cores do dia!”
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6. “Há a mulher que me ama e eu não amo. Há as mulheres que me ‘acamam e eu acamo’. Há a mulher que eu amo e não me ama nem ‘acama!’”
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7. “No gravador, voz de ontem, de anteontem, de anos, sobra o telefone mudo. Sobrarão as cartas, sobra a espera na teia lenta da lembrança, retomo-te em memória!”
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8. “Mal nos conhecemos e inauguramos a palavra amigo. Amigo é o contrário de inimigo... Amigo é o erro corrigido!”
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9. “Ao lado do homem vou crescendo e defendo-me da morte povoando de novos sonhos a vida!”
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10. “A meu favor tenho o verde secreto dos teus olhos, esta noite ou em uma noite qualquer!”
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11. “Ah, o medo vai ter tudo, tudo penso no que o medo vai ter e tenho medo que é justamente o que o medo quer!”
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12. “Sou às mãos de uma aventura de um comércio puro, sem a moeda falsa do bem e do mal!”
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13. “Quando não temos notícias de algo, esperamos sempre o pior!”
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14. “Palavra tremendo nas redes da poesia, o teu nome, como o destino, chega!”
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15. “Ao dizer adeus à vida, quero na despedida o teu olhar derradeiro, esse olhar que era só teu, amor que foste o primeiro!”
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16. “Mãozinhas cautelosas, são enredos quase inocentes!”
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17. “Tu és da cidade aventureira, onde o amor encontra as suas ruas!”
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18. “Pobres amantes escorraçados de um tempo sem amor nenhum, coitados tão engalfinhados, que sendo dois parecem um!”
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19. “Mesa dos sonhos no meu corpo vivem, todas as formas e começam, todas as vidas!”
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20. “E cada um por seu caminho havemos todos de chegar... Quase todos!”
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