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Ibrahim Ahmed Sued (23 de junho de 1924 - 1° de outubro de 1995) |
1. “Sou imortal sem fardão!”
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2. “Está uma crise danada, até os ‘playboys’ e os ‘bon-vivants’ estão tendo enterro de segunda classe!”
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3. “As panteras, as mulheres lindas, bem nascidas, as novas-ricas, são bonecas deslumbradas!”
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4. “Olho vivo que cavalo não sobe e nem desce escada!”
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5. “‘Stop e ademã’, que eu vou em frente!”
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6. “As novas gerações, são pão com cocada. As moças chamam os rapazes bonitos de pão, mas os corpos delas são dourados, da cor do Sol!”
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7. “Mulheres antipáticas são damas de preto do ‘High Society!’”
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8. “De leve: sábado é dia de saias curtas e domingo é dia de pernas de fora!”
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9. “Mulher linda e simpática quando passa, até calada diz alô!”
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10. “No ‘Café Society’ só tem caixa-alta, sujeito metido a rico!”
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11. “Aqui não tem caixa-baixa. Depois eu conto as dez mais elegantes, mais bonitas e as principais anfitriãs do ‘High Society!’”
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12. “Em sociedade tudo se sabe!”
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13. “Todo bom jornalista possui um fio especial. Sua fonte de informação confidencial!”
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14. “Sempre fui um otimista. Gigi, eu chego lá!”
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15. “Pessoas que comandam naturalmente os acontecimentos na sociedade são locomotivas!”
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16. “‘Sorry’, periferia. ‘Gente Xangai’, cafona e de mau gosto!”
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17. “Ela não é velha... Mas parece um maracujá de gaveta de tão enrugada!”
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18. “O jornalista é forte e poderoso não pelo bem que ele faz, mas pelo mal que pode fazer!”
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19. “Cada um no seu negócio. Nada de padre de passeata se metendo em política!”
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20. “Não me mandem canetas!” — (Protesto contra a censura do AI-5, por não ter liberdade de Imprensa naquele período)
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* Ibrahim Sued era considerado por aqueles com quem convivia e trabalhava, sendo o pai do colunismo social brasileiro. O jornalista inventou e absorveu termos que entraram para o vocabulário popular. Ele possuía licença poética para criar frases, bordões e palavras, que hoje fazem parte até dos dicionários. Manteve sua coluna publicada no “Jornal O Globo” por mais de quatro décadas, de: (1954 até 1995).